terça-feira, 3 de agosto de 2021

ACERCA DE / A CERCA DE / HÁ CERCA DE

 




👉 acerca de = sobre, a respeito de

Não disse nada acerca do plano econômico que elaborou.


👉 a cerca de = aproximadamente

Minha casa fica a cerca de cem metros da praia.


👉 há cerca de = faz aproximadamente (tempo passado)

Há cerca de dez anos que eles estudam esse assunto.


                                


REFERÊNCIAS

VALENÇA, Ana. Roteiro de Redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 1998.


domingo, 1 de agosto de 2021

O USO DE POR QUE, PORQUE, POR QUÊ OU PORQUÊ

 


Alguma vez você teve que usar a palavra por que / porque e ficou na dúvida? Não se preocupe, isso ocorre com muitas pessoas. Entretanto, sempre é bom aprendermos a usá-los corretamente, não é mesmo?

 Então vamos lá!

👉 por que 

a) nas perguntas.

Por que você não veio à festa?

b) quando se subtende a palavra 'motivo'.

Ele não me disse por que (motivo) faltou à aula.

c) quando puder ser substituído por "pelo qual", "pela qual", "pelos quais",  "pelas quais".

Não vou lhe dizer as razões por que deixei de vir à aula.

d) no final de frase recebe acento circunflexo.

Você não veio à festa por quê?

Muitos estavam na passeata sem saber por quê.


👉 porque

a) quando equivale a 'pois', 'uma vez que', 'pelo fato'.

Não vim à aula porque  estava doente.

b) com acento circunflexo quando é substantivo (sempre antecedido de um determinante).

Não seio o porquê (a causa, o motivo) de sua ausência.



REFERÊNCIAS

VALENÇA, Ana. Roteiro de Redação: lendo e argumentando. São Paulo: Scipione, 1998.



sábado, 24 de julho de 2021

OS PROCESSOS IDENTITÁRIOS E DE FORMAÇÃO DE SABERES NA POLÍTICA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO IFPI – FLORIANO

 RESUMO

Esse estudo procura analisar os processos de formação de identidade e de construção de saberes dos alunos dos cursos de Licenciatura Plena em Biologia e Matemática vinculados à Política Nacional de Formação de Professores do Magistério da Educação Básica - PARFOR – oferecido pelo Instituto Federal do Piauí – Campus Floriano. O referencial teórico desta investigação se embasou em diferentes autores: Pimenta (1999, 2002, 2005), Nóvoa (1997), Tardif (2002), entre outros, que vem investindo nos estudos em relação à formação docente. A metodologia aplicada é a abordagem qualitativa, e os instrumentos utilizados para a coleta de dados foram a aplicação de um questionário que envolveu questões fechadas acerca de alguns dados pessoais, sociais, culturais e profissionais e cinco questões semiestruturadas. Os sujeitos foram 49 alunos das licenciaturas em Biologia e Matemática do PARFOR. Após a análise do material de coleta, algumas categorias de análise foram organizadas, contribuindo para as interpretações, além de apontar para novas perspectivas de pesquisas nesse campo.

Palavras-chave: Processos Identitários. Construção de saberes. Formação de Professores. PARFOR.


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https://drive.google.com/file/d/164tc7jWXSaLcp_z_qmWrzHJDZJ128URF/view?usp=sharing

PRÁTICAS LEITORAS NO INSTITUTO FEDERAL DO PIAUÍ - CAMPUS FLORIANO

 RESUMO

Este trabalho tem como objetivo relatar as práticas leitoras desenvolvidas no Instituto Federal do Piauí, campus Floriano, entre 2009 e 2011. Para tanto, tem como base o referencial teórico de Freire (2001), Martins (2005), Silva (1993; 2011) e Solé (1998), por compreender que a leitura, por ser um ato individual e ao mesmo tempo social, é capaz de promover a emancipação cultural, econômica e social dos indivíduos. É uma pesquisa-ação que visa produzir mudanças e melhorias no processo do ensino e aprendizagem da leitura, bem como a compreensão do próprio fenômeno explicitado. Os resultados obtidos até 2011 evidenciam que nossa escola tornou-se promotora da leitura efetiva, tendo como principais fatores o incentivo dos gestores, a dedicação dos mediadores, a ações por eles desenvolvidas, o vasto acervo literário e o ambiente físico atrativo da Casa da Leitura.

Palavras-chave: práticas leitoras, leitura efetiva, Casa da Leitura.

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https://drive.google.com/file/d/1qtP69xoDmkEAscmTatoVYWHo9UcJvitq/view?usp=sharing


IDENTIDADES DE GÊNERO E SEXUALIDADE NO CONSUMO CULTURAL DO NEO-FORRÓ: REFLEXÕES DESDE OS ESTUDOS CULTURAIS EM EDUCAÇÃO

 RESUMO

Esta pesquisa tem como objetivo compreender qual o lugar das práticas de consumo do neo-forró na formação das identidades de gênero e sexualidade da juventude de Floriano - Piauí. Encontrei no referencial teórico de autores como Stuart Hall, Michael Foucault, Joan Scott e Zygmunt Bauman argumentos necessários para entender como certos discursos sobre gênero, sexualidade, amor, desejo e consumo se instituem como verdade e instauram representações e posições de sujeitos, que revelam práticas de saber-poder. Através da pesquisa qualitativa de inspiração etnográfica, as análises evidenciam que o consumo cultural do neo-forró pela juventude local não apresenta uma total determinação entre os ditos das letras e os discursos e práticas juvenis, pois nos espaços onde vemos em ação as pedagogias culturais, há sempre lugar para a crítica e para a reformulação de novos discursos.

PALAVRAS-CHAVE: Neo-forró, identidade de gênero, juventude, Estudos Culturais, pedagogias culturais.

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https://drive.google.com/file/d/1eaqNcnvENxnF6B1Uy48C-WPjmAwDrU_J/view?usp=sharing

O FORRÓ ECOLÓGICO DE LUIZ GONZAGA: UM DIÁLOGO ENTRE O POPULAR E O AMBIENTAL

 RESUMO

Na análise cultural empreendida nesta pesquisa teórica, procuro mostrar que muitas são as representações ambientais propagadas pelas músicas de Luiz Gonzaga. Inspirada nos Estudos Culturais contemporâneos, recorro à noção de representação definida por autores pós-estruturalistas como Stuart Hall, para colocar em evidência que o compositor Luiz Gonzaga foi, de certa forma, um militante ecológico ao incorporar em suas letras uma postura política de defesa às questões ambientais. Para tanto, discorro sobre as novas sensibilidades, baseada em autores como Carvalho e Leff e utilizo a letra Xote Ecológico como exemplo de que na música de Luiz Gonzaga o popular dialoga com o ambiental, constituindo-o, assim, num sujeito ambiental.

Palavras-chave: representação, Estudos Culturais, novas sensibilidades, sujeito ambiental.

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https://drive.google.com/file/d/1HUsGc6frG07L26SWmWrosdcllT4480Yv/view?usp=sharing

LÂMINAS DISCIPLINARES: A EDUCAÇÃO ATRAVÉS DO CONSUMO

 RESUMO

Este artigo se insere na área dos Estudos Culturais e tem como objetivo analisar uma lâmina de bandeja do McDonald's, a partir da perspectiva do currículo cultural, enfatizada pelas pedagogias pós-críticas da educação. Fica claro que outros lugares (que não somente a escola) também educam; também são pedagógicos, à medida que ensinam algo a alguém e que, por estarem fora da escola, são mais atrativos, sedutores e influenciam efetivamente o comportamento das pessoas, já que apelam para a fantasia e para a emoção, para a imaginação e para o sonho, fazendo-se presentes cada vez mais na vida de crianças e adolescentes. Ao criarem um currículo cultural, organizações como o McDonald’s, que não são educacionais, mas comerciais, que não visam ao bem social, mas ao lucro, acabam criando representações de crianças felizes, educadas e de uma classe social privilegiada, ou seja, representações de uma sociedade em que os que não se identificam com essas representações, passam a ser vistos como os outros. Faz-se necessário que nós, educadores e estudiosos da educação, nos voltemos paras as questões que envolvem cultura, poder e pedagogia, a fim de questionarmos as reais intenções de artefatos aparentemente tão inocentes como essas lâminas, que educam em nome do consumo.

Palavras-chave: artefato cultural, pedagogia cultural, representação, poder.

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https://drive.google.com/file/d/1BblJxxPnBU6GnU36NqZNIMI2JS6xTnc2/view?usp=sharing

SONETOS DE CRUZ E SOUSA

Cruz e Sousa  foi o  principal nome do Simbolismo brasileiro , nasceu em 24 de novembro de 1861. Filho de escravos alforriados, teve acesso ...